Lisboa
Lisboa, terra de poetas vividos,
Onde mil almas perecem por amor.
Sigo o teu corpo, embevecido,
Lado a lado de mãos dadas com o Tejo.
Sento-me à tua beira refrescante,
Donde te admiro, singelo,
Nesse voltear ondulante,
Que me apela à ti, oh Tejo!
Percorro as tuas casas, cidade,
Tão velha quanto o tempo!
Imponente e majestosa,
Aos olhos de quem passa.
Amada, perduras na memória…
Impossível não sentir,
Tamanha história, beleza,
Que ocultas em ti, orgulhosa!
Onde mil almas perecem por amor.
Sigo o teu corpo, embevecido,
Lado a lado de mãos dadas com o Tejo.

Donde te admiro, singelo,
Nesse voltear ondulante,
Que me apela à ti, oh Tejo!
Percorro as tuas casas, cidade,
Tão velha quanto o tempo!
Imponente e majestosa,
Aos olhos de quem passa.
Amada, perduras na memória…
Impossível não sentir,
Tamanha história, beleza,
Que ocultas em ti, orgulhosa!